sexta-feira, janeiro 20, 2012

Fio que me liga

"Eu confio que há um fio que me liga a uma inteligência maior, a qual não se explica racionalmente... É de onde vem algo que me protege, intui, inspira e impulsiona... Não é importante saber de onde ela vem, mas apenas quero confiar que ela está aí pra me ajudar... Ao me conectar com ela as coisas começam a mudar... Isso me faz confiante que o Criador atua em mim e nunca vai me abandonar..."

Jandira de Moraes

terça-feira, janeiro 17, 2012

Ser Eu

"Ser você mesmo em um mundo que está constantemente tentando fazer de você outra coisa é a maior realização. "

Ralph Waldo Emerson ~

segunda-feira, janeiro 16, 2012

Children HERE and NOW



♥♥♥

Não tenho mais nada a acrescentar!!!
Está tudo aqui...

domingo, janeiro 08, 2012

Tarde de Maçã adoçar o Domingo

Tarde de Maçã

A receita é secreta da minha amiga do coração Vânia :)

Temperou a tarde, aqueceu as 4 mãos que se uniram para fazer nascer a tão desejada tarte, que no final adoçou o nosso domingo.

Ficou maravilhosaaaaaaaa!!!

Fim-de-semana

"A diferença fundamental entre um homem adormecido e um homem desperto, é que o desperto vê em tudo na vida uma oportunidade de aprendizagem, enquanto que o adormecido encara tudo ou como uma benção ou como uma maldição".

George Gurdjieff

Desenhos, carrinhos e pistas

As cabrinhas que avistamos do terraço

Inverno florido

Jogámos à bola, andámos no escorrega e no baloiço.... de triciclo!!! Cheirámos flores, abraçámos árvores!!! Vimos cabras, gansos e uma mula!!! ♥♥♥

Pista na Vertical
Fez desenhos mas depressa passou para as brincadeiras com as pistas e os carrinhos!!! ♥♥♥

school kills creativity



quinta-feira, janeiro 05, 2012

Somos a primeira pessoa do plural

Estamos tão perto uns dos outros. Somos contemporâneos, podemos juntar-nos na mesma frase, conjugarmo-nos no mesmo verbo e, no entanto, carregamos um invisível que nos afasta. Ouvimos os vizinhos de cima a arrastarem cadeiras, a atravessarem o corredor com sapatos de salto alto, a sua roupa molhada pinga sobre a nossa roupa a secar; ouvimos a voz dos vizinhos de baixo, dão gargalhadas, a nossa roupa molhada pinga sobre a roupa deles a secar; cheiramos as torradas dos vizinhos do lado, ouvimo-los a chamar o elevador e, no entanto, o nosso maior problema não é apenas não nos reconhecermos na rua. O nosso problema grande é estarmos convencidos que os problemas deles não nos dizem respeito. A nossa tragédia é acharmos que não temos nada a ver com isso.

Há três ou quatro anos, caminhava com um conhecido no aeroporto. De repente, ouviu-se um estalido. Ele agarrou-se ao peito com as duas mãos, caiu de joelhos e, pálido, esperou por morrer. Não morreu. Tinha-lhe rebentado um isqueiro no bolso da camisa. Aliviado, encostado a um balcão, a beber um copo de água, explicou que esse ardor repentino e esse susto pareceram-lhe um ataque cardíaco. Nunca tinha tido um ataque cardíaco antes, por isso confiou em descrições vagas, a que nunca tinha realmente prestado muita atenção.

Há alguns anos também, talvez um pouco mais do que três ou quatro, tinha acabado de participar num jantar cordial, reconfortante. Toda a gente estava bem disposta, à porta dos anfitriões, longa despedida, graças, à espera de táxi. De repente, tocou o telefone de um senhor com quem tinha estado a conversar durante todo o serão. Ninguém reparou nesse telefonema até ao momento em que o senhor começou a chorar convulsivamente. Ficámos todos a olhar sem saber como chegar até ele. Tínhamos braços, estendíamo-los na sua direcção, mas continuavam distantes.

Irritamo-nos com a existência uns dos outros. Fazemos sinais de luzes àquele homem com setenta anos, num carro dos anos setenta, que anda a setenta quilómetros por hora na auto-estrada. Contrariados, esperamos por aquela pessoa que atravessa a passadeira, enchemos as bochechas de ar e sopramos. Impacientes, batemos no volante. Daí a minutos, depois de estacionarmos o carro, somos essa pessoa a atravessar a passadeira. Da mesma maneira, daqui a algum tempo, não muito, seremos esse homem com setenta, dos setenta, a setenta. O tempo passa. Se deitarmos lixo para o chão, alguém o apanhará.

Um amigo que teve um AVC, que passou por uma reabilitação profunda, que enfrentou a morte e a paralisia, depois de anos de fisioterapia, depois de esforço gigante e sofrimento gigante, falou-me da forma como esse susto muda tudo. Passa-se a apreciar aquilo que realmente importa. A imensa maioria das preocupações transformam-se em luxos ridículos, desprezíveis, alimentados pela cegueira. Após essa experiência de quase morte, ganha-se uma nitidez invulgar, que, no entanto, esteve sempre lá. Para percebê-la, bastava levar a sério a promessa de transitoriedade de tudo e, também, levar a sério essa palavra, esse planeta: o amor. Ao ouvi-lo, fui capaz de entender aquilo que dizia. Depois, também fui capaz de entender quando me disse: mas, sabes, ao fim de algum tempo, esquecemo-nos, voltamos a tomar tudo por garantido e voltamos a cometer os mesmos erros.

Repito para mim próprio: estamos tão perto uns dos outros. Não há nenhum motivo para acreditarmos que ganhamos se os outros perderem. Os outros não são outros porque levam muito daquilo que nos pertence e que só pode existir sendo levado por eles. Eles definem-nos tanto quanto nós os definimos a eles. Eles são nós. Eles somos nós. Se tivermos essa consciência, podemos usar todo o seu tamanho. Mesmo que pudéssemos existir sozinhos, de olhos fechados, com os ouvidos tapados, seríamos já bastante grandes, mas existe algo muito maior do que nós. Fazemos parte dessa imensidão. Somos essa imensidão que, vista daqui, parece infinita.


José Luís Peixoto, in revista Visão (Dezembro 2011)

terça-feira, janeiro 03, 2012

♥♥♥ Aqui e Agora ♥♥♥

"Embarque na viagem do Amor. Leva você de você mesmo para você mesmo."
~ Rumi

A importância de 2012

" "Em vez de viver com medo, começar a viver com o coração." Não use a lógica, use a sabedoria da alma. Ele nunca falha quando nos alinhamos com a nossa inteligência divina, só ela sabe do que precisamos para ser feliz. Vamos mudar o mundo da nossa própria mudança, então não há nada a fazer senão deixar-nos fluir a energia do Amor que permeia tudo e faz renascer a nova consciência, nova terra, a unidade da humanidade em um mundo colorido. Feliz .A Luz Em nossos corações corre para a humanidade, anunciando que neste momento acordado para a vida da consciência.Sinta-se esta abertura morna, leva de volta à infância doce Perceber que a pureza que cresce no espaço infinito do seu ser ...E ele voa nas palavras simples do verbo aqui e agora. Eu sou o poder e a autoridade em minha vida. -Eu sou amor divino ♥"

~ Lainmortalidad del alma ~

Terra imensa toda redonda se uniu ao Céu...



e nunca, nunca mais se parou de brincar!

Educação Feliz

Vamos...
Fazer pão, bolos, queijo, manteiga...
Mexer na lã, tingir, fiar e tricotar...
Comprar as sementes, preparar a terra, plantar e ver crescer!!!
Rir até não conseguir mais!
Ler, criar novas histórias, cenários e teatros!!!
Coser e transformar tecidos em novas coisas!!!
Ser felizes!!!

Conheçam o meu projecto Educação Feliz a iniciar em Setembro!