sexta-feira, junho 24, 2011

Botão

Ainda com nome tremido!!!

Ora é Botão, ora Grão... ora Miau!!! Depende de quem o chama :)...

Botão

Aproximação e Reconhecimento
Aproximação e reconhecimento

Botão
Brincadeiras

Tolerância~
Tolerância

Da aceitação...
Brincam os dois... já não existem bufadelas!!!! :)

P.S.: Tem sido complicado os registos fotográficos pois este pequenito qd n está a dormir n pará p a foto só quer brincadeira!!!! :)))))

P.S1.: Penso todos os dias na minha gatinha... saudades mt saudades!:(

domingo, junho 19, 2011

Procura-se

Bem o vazio permanece!

Não vai de maneira alguma ocupar o lugar da nossa pequenina e linda Ervilha, mas chegámos à conclusão que adoptar um(a) companheiro(a) p o nosso miau Feijão, iria de certa forma, preencher as nossas vidas e alegrar os nossos dias. :)

Portanto, estamos à procura de miaus... existem mt mt mt!!!!

Mas temos 2 critérios especificos:

- Amor à 1ª vista

- Gatinhos dados p adopção responsável (nunca comprados... n posso imaginar comprar um ser vivo!!!)

quinta-feira, junho 09, 2011

Momentos q n registei

mas q n esquecerei!

Feijão

Feijão

As últimas fotos da minha gata. :(
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Feijão

Feijão

Feijão

"Namora uma rapariga que lê"

E pq a saudade e a dor se mantêm... mas a vida continua.

"Namora uma rapariga que lê. Namora uma rapariga que gaste o dinheiro dela em livros, em vez de roupas. Ela tem problemas de arrumação porque tem demasiados livros. Namora uma rapariga que tenha uma lista de livros que quer ler, que tenha um cartão da bib...lioteca desde os doze anos. Encontra uma rapariga que lê. Vais saber que é ela, porque anda sempre com um livro por ler dentro da mala. É aquela que percorre amorosamente as estantes da livraria, aquela que dá um grito imperceptível ao encontrar o livro que queria. Vês aquela miúda com ar estranho, cheirando as páginas de um livro velho, numa loja de livros em segunda mão? É a leitora. Nunca resistem a cheirar as páginas, especialmente quando ficam amarelas. Ela é a rapariga que lê enquanto espera no café ao fundo da rua. Se espreitares a chávena, vês que a espuma do leite ainda paira por cima, porque ela já está absorta. Perdida num mundo feito pelo autor. Senta-te. Ela pode ver-te de relance, porque a maior parte das raparigas que lêem não gostam de ser interrompidas. Pergunta-lhe se está a gostar do livro. Oferece-lhe outra chávena de café com leite. Diz-lhe o que realmente pensas do Murakami. Descobre se ela foi além do primeiro capítulo da Irmandade. Entende que, se ela disser ter percebido o Ulisses de James Joyce, é só para soar inteligente. Pergunta-lhe se gosta da Alice ou se gostaria de ser a Alice. É fácil namorar com uma rapariga que lê. Oferece-lhe livros no dia de anos, no Natal e em datas de aniversários. Oferece-lhe palavras como presente, em poemas, em canções. Oferece-lhe Neruda, Pound, Sexton, cummings. Deixa-a saber que tu percebes que as palavras são amor. Percebe que ela sabe a diferença entre os livros e a realidade – mas, caramba, ela vai tentar fazer com que a vida se pareça um pouco com o seu livro favorito. Se ela conseguir, a culpa não será tua. Ela tem de arriscar, de alguma maneira. Mente-lhe. Se ela compreender a sintaxe, vai perceber a tua necessidade de mentir. Atrás das palavras existem outras coisas: motivação, valor, nuance, diálogo. Nunca será o fim do mundo. Desilude-a. Porque uma rapariga que lê compreende que falhar conduz sempre ao clímax. Porque essas raparigas sabem que todas as coisas chegam ao fim. Que podes sempre escrever uma sequela. Que podes começar outra vez e outra vez e continuar a ser o herói. Que na vida é suposto existir um vilão ou dois. Porquê assustares-te com tudo o que não és? As raparigas que lêem sabem que as pessoas, tal como as personagens, evoluem. Excepto na saga Crepúsculo. Se encontrares uma rapariga que leia, mantém-na perto de ti. Quando a vires acordada às duas da manhã, a chorar e a apertar um livro contra o peito, faz-lhe uma chávena de chá e abraça-a. Podes perdê-la por um par de horas, mas ela volta para ti. Falará como se as personagens do livro fossem reais, porque são mesmo, durante algum tempo. Vais declarar-te num balão de ar quente. Ou durante um concerto de rock. Ou, casualmente, na próxima vez que ela estiver doente. Pelo Skype. Vais sorrir tanto que te perguntarás por que é que o teu coração ainda não explodiu e espalhou sangue por todo o peito. Juntos, vão escrever a história das vossas vidas, terão crianças com nomes estranhos e gostos ainda mais estranhos. Ela vai apresentar os vossos filhos ao Gato do Chapéu e a Aslam, talvez no mesmo dia. Vão atravessar juntos os invernos da vossa velhice e ela recitará Keats, num sussurro, enquanto tu sacodes a neve das tuas botas. Namora uma rapariga que lê, porque tu mereces. Mereces uma rapariga que te pode dar a vida mais colorida que consegues imaginar. Se só lhe podes oferecer monotonia, horas requentadas e propostas mal cozinhadas, estás melhor sozinho. Mas se queres o mundo e os mundos que estão para além do mundo, então, namora uma rapariga que lê. Ou, melhor ainda, namora uma rapariga que escreve." (Texto de Rosemary Urquico, encontrado no blogue de Cynthia Grow. Tradução “informal” de Carla Maia de Almeida para celebrar o Dia Mundial do Livro, 23 de Abril.)

quarta-feira, junho 08, 2011

terça-feira, junho 07, 2011

Ervilha

O metabolismo da minha gatinha está a diminuir, a temperatura está a descer, recomeçou a vomitar... está a desistir.
Provavelmente a Ervilha deixa-nos durante a noite.
Só por um milagre...
Tristeza tamanha...

segunda-feira, junho 06, 2011

"Torna-te quem tu és!"

de Friedrich Nietzsche

"Aquilo que não me destrói fortalece-me"

"Sem música, a vida seria um erro."

"Quanto mais me elevo, menor eu pareço aos olhos de quem não sabe voar."

"Se minhas loucuras tivessem explicações, não seriam loucuras."

quarta-feira, junho 01, 2011

Dia da Criança

... atrasado mas bem passado com direito a pizza e td!!!
Para além de toda a preocupação e tristeza pelo internamento da nossa Ervilha.

Dia da Criança